quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Como conectar seu computador a TV sem um cabo HDMI


Hoje em dia, graças a quantidade imensa de conteúdo disponível para ser assistido nos computadores, de filmes à series de TV, e de serviços como o Netflix até o YouTube, muita gente tem vontade de usar a televisão como um monitor. O grande problema aparece na hora de conectar desktops ou notebooks que não trazem conexão HDMI. Pensando nisso, o TechTudo criou um pequeno guia sobre como proceder nessas situações.

Atualmente, a maioria das placas de vídeo possui pelo menos dois tipos de conectores, o mais tradicional, chamado VGA (Video Graphics Array) tem sido deixado de lado para o mais recente DVI (Digital Video Interface), de maior qualidade e com capacidade de transmitir sinais de alta definição.


Conectores VGA estão saindo de linha e o DVI tem assumido o seu lugar

Os conectores VGA funcionam apenas em televisores HD, e você não deve se preocupar em comprar um cabo deste tipo se a sua TV for mais antiga. No mercado atual praticamente todos os aparelhos modernos possuem estas entradas. Conecte a saída VGA do seu computador com a entrada VGA do painel traseiro da televisão e mude no seu controle a entrada (Input) da sua TV para “VGA” ou “Computador”.

 


As TVs atuais contam com tipos variados de conexão de vídeo

Alguns computadores e notebooks precisam que você aperte F4 para que a imagem seja efetivamente transmitida pelo seu televisor. Se mesmo assim você ainda não conseguir o resultado desejado, aperte Fn+F4 algumas vezes até que o conteúdo do seu PC apareça na tela.

A única dificuldade é que, assim como um cabo S-Video, entradas VGA são responsáveis apenas pela transmissão de imagens, isto é, não transmitem sons que devem se valer de um cabo a parte. Normalmente, os televisores modernos possuem esta entrada, descrita como “PC Audio”, que possui o mesmo formato e tamanho de conectores como a caixa de som e até mesmo dos headphones.

 

Além das conexões VGA e DVI para as imagens,
cabos de áudio são necessários para a reprodução de sons

Se você possui um televisor antigo que não tem nenhuma entrada compatível com as saídas de vídeo do seu PC, as coisas ficam mais problemáticas. Infelizmente, os adaptadores funcionais que transformam cabos VGA em RCA ou formatos compatíveis costumam ser bem caros e difíceis de se encontrar por aqui. Provavelmente será necessário encomendar pela Internet um destes adaptadores.

 

Para televisores antigos, é preciso comprar um adaptador para entradas VGA

Uma segunda alternativa é comprar uma placa de vídeo que tenha as saídas que você procura. No caso da conexão com televisores antigos, surge um outro problema, já que placas com este tipo de conexão disponível também serão bem antigas e por isso menos úteis no seu computador.

 

Adaptador de cabo de áudio para RCA

O problema do áudio é mais simples de resolver. Existem dezenas de adaptadores simples para esta entrada, como o adaptador PC Audio/RCA, e nada impede você usar as próprias caixas de som do PC para ouvir o conteúdo transmitido.

 

Cabo Óptico para áudio Digital usado normalmente para home theaters
Há uma outra opção também, o Cabo Óptico para áudio Digital. Além de permitir a passagem dos sinais Dolby Digital 2.0 e 5.1 ele diminui o aparecimento de ruído de baixa frequência. Normalmente utilizado para se ligar a TV aos home theaters ou aos consoles também.

Fonte: Techtudo

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Projeto - vaga de estacionamento com tecnologia


Projeto prevê vaga de estacionamento com tecnologia em ruas no Rio

Modelo será implantado em até dois anos

Medida visa melhorar a mobilidade do espaço urbano

A Prefeitura do Rio estuda um projeto que prevê implementar vagas de estacionamento rotativas e tecnológicas nas ruas da cidade. A medida, segundo o município, visa melhorar a mobilidade através do ordamento do uso do espaço urbano nas vias, além de ajudar a reduzir os congestionamentos. (Veja no modelo abaixo como funcionaria o novo projeto)




A Secretaria da Casa Civil começou a consulta de mercado nas empresas de estacionamento para saber se as "regras" estão de acordo com a área. No entanto, o edital de licitação será aberto somente em abril e a empresa vencedora terá até dois anos para iniciar o projeto.
Fonte:G1

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

App - Alcohol Calculator

Reveillon ai e a galera quer só saber de festejar, mas para não exagerar veja o novo aplicativo que calcula o teor de álcool no sangue.

O Alcohol Calculator é um app para Android basbtante útil: ele calcula o teor de álcool no sangue. O aplicativo dá uma estimativa baseado na quantidade e no tipo de bebida que você acabou de consumir.

A interface do Alcohol Calculator é simples e sem grandes preocupações com o design, porém, mesmo assim, é muito funcional. No menu inferior, em Edit Profile, você pode criar uma nova estimativa fornecendo os dados do seu consumo.

Para que ele faça a estimativa do teor alcoólico em seu sangue, você terá que fornecer o tipo de bebida que consumiu, quantidade, teor alcoólico das bebidas e o horário do dia. Outras informações que podem ser inseridas para dar mais precisão é o gênero, se comeu antes de beber e a velocidade do metabolismo.

O app não é indicado para quem quer beber antes de dirigir. Na dúvida, vá de táxi. O Alcohol Calculator está em inglês, é gratuito e compatível com Android 1.5 ou superior.

Acesse o link abaixo e baixe o seu aplicativo:


Cover art 

Fonte: Globo.com

domingo, 22 de dezembro de 2013

Livros que não podem faltar na biblioteca de um arquivista



Livros que não podem faltar na biblioteca de um Arquivista

Arquivos permanentes: tratamento documental - Heloísa Liberalli Bellotto

O tratamento correto da documentação histórica nos arquivos permanentes é fundamental para que se preserve e se transmita a informação neles contida. Daí a importância desta obra, fundamental para os alunos dos cursos de Arquivologia, para profissionais responsáveis pela organização de arquivos permanentes e para pesquisadores e usuários de fontes  primárias em seus estudos.
 

Arquivos modernos: princípios e técnicas - Theodore Roosevelt Schellenberg 
O livro trata dos princípios e técnicas de arquivo do renomado historiador e arquivista americano Theodore R. Schellenberg. Mantém-se atualizado em razão do tratamento integrado que o autor dispensou à problemática arquivista. Discorre sobre conceitos e técnicas arquivísticas, ressaltando a importância dos arquivos correntes na organização dos acervos permanentes.
Para todos aqueles que desenvolvem atividades de gestão de documentos inclusive documentos informáticos ou para aqueles que se dedicam ao estudo da Arquivologia.

Arquivologia e ciência da informação - Maria Odila Kahl Fonseca 
A autora realiza nesta obra um estudo minucioso das relações interdisciplinares da Ciência da Informação e a Arquivologia, a partir de suas delimitações como campo do conhecimento, dedicado à adoção de um novo modelo que desloca seu objeto do arquivo para a informação arquivística.


A informação na internet: arquivos públicos brasileiros -  Anna Carla A. Mariz 
Este livro oferece-nos o mapa dos novos territórios e desafios para a Arquivologia e reflete sobre como a internet pode reposicionar as instituições arquivísticas como espaços públicos de acesso e legitimação.
Para os arquivistas e os demais profissionais da área de informação, o livro representa - sem o caráter prescritivo dos manuais e similares - um passo além no conhecimento sobre nossos arquivos públicos.

Arquivo: teoria e prática -  Marilena Leite Paes 
Esta obra de cunho didático supre a falta de publicações especializadas na área, apresentando técnicas, teorias e métodos arquivísticos. O livro contém ilustrações, bibliografia e legislação sobre a matéria, além de inúmeros exercícios acompanhados de respostas, para permitir ao leitor avaliar sua aprendizagem.

Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos - Rosely Curi Rondinelli 
O livro mostra que, tal como os documentos em papel, os documentos eletrônicos gerados no decorrer das atividades das instituições, também se constituem em fontes de prova dessas atividades e, portanto, precisam de um tratamento diferenciado, de um gerenciamento que vai muito além dos recursos oferecidos pelas modernas tecnologias de Gestão Eletrônica de Documentos (GED) e da simples assinatura digital.
Esta obra oferece aos profissionais e estudantes de diversas áreas do conhecimento, como administradores, bibliotecários, advogados, analistas de sistemas, cientistas da informação e da computação, uma grande oportunidade de se familiarizarem com conceitos e tendências gerenciais até então não disponíveis em língua portuguesa.

Fonte: FGV