domingo, 20 de outubro de 2013

Comemoração ao dia do Arquivista

Câmara promove seminário em comemoração ao Dia do Arquivista

Em comemoração ao Dia do Arquivista, celebrado em 20 de outubro, a Câmara dos Deputados, em parceria com o Senado Federal, promove o seminário "A contribuição dos Arquivos do Poder Legislativo para o cumprimento da Lei de Acesso à Informação". O evento será nesta segunda-feira (21), das 9h30 às 16h30, no Plenário 1. As inscriçõesestão abertas.
Especialistas da Casa e de outros órgãos, como Senado, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União e Universidade de Brasília, participarão dos debates. A primeira mesa de discussão será sobre "Os Arquivos do Poder Legislativo e a Lei de Acesso à Informação", a partir das 10h15. Às 14h30, a segunda mesa abordará "A Lei de Acesso à Informação, transparência e os arquivos: pesquisa e experiência".
O encontro propõe uma reflexão sobre a importância da Lei de Acesso à Informação (LAI) e sobre o trabalho do arquivista, que lida com os documentos e as informações das instituições, na sua identificação, organização, tratamento e disponibilização ao público em geral.
Desde a sua edição, a LAI trouxe mudanças significativas na forma como são tratados e disponibilizados os arquivos públicos de modo geral. Segundo o texto normativo, os órgãos e as entidades públicas têm de "assegurar o direito de acesso à informação, proporcionado mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão".

Confira  a programação do seminário:
 
9h30 - Mesa de abertura
 
- Sérgio Sampaio, diretor-geral da Câmara dos Deputados;
- Antônio Helder Medeiros Rebouças, diretor-geral do Senado Federal;
- Afrísio Vieira Lima, diretor legislativo da Câmara dos Deputados;
- Adolfo Furtado, diretor do Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados;
- Edilenice Lima Passos, diretora da Secretaria de Gestão de Informação e Documentação do Senado Federal;
- Frederico Silveira dos Santos, diretor da Coordenação de Arquivo;
- Márcio Sampaio Leão Marques, coordenador do Arquivo do Senado Federal.
10h15 – Mesa 1: Os Arquivos do Poder Legislativo e a Lei de Acesso à Informação
- Adolfo Furtado, diretor do Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados;
- Edilenice Lima Passos, diretora da Secretaria de Gestão de Informação e Documentação do Senado Federal;
- Ana Cláudia Cabral, Serviço de Gestão Documental do Tribunal de Contas da União (TCU).
11h45 – Debates
12h30 – Intervalo para almoço
14h30 – Mesa 2: A Lei de Acesso à Informação, transparência e os arquivos: pesquisa e experiências
- Professor Renato Barbosa – Faculdade de Ciência da Informação da UnB;
- Otávio Moreira de Castro Neves - Coordenação-Geral de Governo Aberto e Transparência da CGU;
- Cristiane Basques - MPOg - Mestranda em Ciência da Informação (UnB).
16h – Debates
16h30 – Encerramento

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cariocas podem ter informação sobre ônibus no smartphone


A Fetranspor lançou um aplicativo que pode mostrar as condições do seu ônibus, como por exemplo: mudanças no intinerário. Se realmente funciona, ainda não sabemos mas vale a pena testar.

Novidade é fruto de parceria entre Fetranspor e Moovit

A tecnologia vai mudar para sempre sua experiência de utilização de transporte público. Para saber quando o seu ônibus vai passar, se vem lotado ou vazio, e como está o trânsito no trajeto, agora bastará consultar o smartphone. Para cariocas e visitantes, isso já é possível, e foi uma das melhorias implantadas para a realização dos grandes eventos mundiais previstos para este ano. Os torcedores da Copa das Confederações já puderam dispor da ferramenta, graças à recente parceria da Fetranspor com o Moovit, aplicativo de crowdsourcing (compartilhamento voluntário de conhecimentos, geralmente via internet) para o transporte público, que pode ser baixado gratuitamente para iPhone e Android.

Além de consultar a melhor forma de chegar ao Maracanã, o interessado ainda pode ter acesso a informações sobre a cidade, números de telefones úteis e até sobre a lotação do ônibus. Mas ainda tem mais. Por meio dessa tecnologia, podem ser realizados concursos e enviadas mensagens de alerta para os usuários.

Passageiro contribui com serviço

Ao abrir o aplicativo durante o percurso, o passageiro contribui, em tempo real, com dados como localização e velocidade do veículo. E ele ainda pode enviar relatórios sobre lotação, condições de higiene e rankings. Quanto mais pessoas participarem, melhores os resultados, pois o Moovit é, ao mesmo tempo, um excelente canal de informações para o usuário e uma forma de controlar e divulgar a qualidade do serviço, permitindo aos operadores correções de falhas e mostrando um panorama do grau de satisfação dos seus clientes com os diversos atributos da viagem.

O Moovit já é uma realidade em mais de 30 cidades, como Nova York, Los Angeles, Madri, Barcelona, Roma, São Paulo, Tel Aviv, com lançamentos recentes no Reino Unido, Paris e Sidney. Tem mais de um milhão de usuários espalhados por essas localidades. Na opinião do CEO Nir Erez, o aplicativo leva o passageiro a perceber a viagem de uma forma mais agradável, uma vez que elimina a incerteza e a insegurança quanto a itens como tempo de espera, trajeto etc. “Nós não podemos fazer o ônibus chegar mais rápido. Mas, ao criar a melhor fonte de informação sobre o transporte público em tempo real no mercado, o Moovit pode fazer com que a viagem se torne mais agradável”, afirma.

Aplicativo utiliza dados do Vá de Ônibus

A Fetranspor já desenvolve projeto voltado para o fornecimento de informação móvel ao usuário de transporte público há alguns anos. A experiência com o site Vá de Ônibus, que permite consulta de como se deslocar de um ponto a outro, no Rio de Janeiro, usando o modal, incluindo opções em termos de distância e de custo e outras informações importantes, levou a uma parceria de longa data com a Google. Diálogo constante é mantido com vários desenvolvedores de aplicações móveis, visando ao aumento da atuação no mercado mobile.

A ideia é que, com a entrada em operação dos novos BRTs e as alterações que estes corredores trarão ao modelo de transportes da região metropolitana e, consequentemente, ao dia a dia das pessoas, não faltem informações aos passageiros, para que seja garantida uma mudança sem transtornos. A experiência da viagem no transporte público deve ser agradável, pois disso depende, em grande parte, o bom funcionamento de uma cidade grande. Os dados de itinerário e horários de funcionamento das linhas que o Moovit utiliza são fornecidos pelo Vá de Ônibus. Isso é feito também com outros parceiros, como os aplicativos BRS Rio e Buus, campeões do concurso Rio Apps.

Segundo o engenheiro de Transportes Pedro Paulo Souza, para que se chegasse a esse ponto, houve uma grande reestruturação interna no sistema de dados de mobilidade, que aumentou a agilidade no envio de dados estáticos através do formato GTFS, globalmente adotado pelas operadoras para troca de informações de transporte público. Alterações de itinerários, obras e interdições são imediatamente lançadas no sistema e enviadas para os parceiros, que podem atualizar suas bases com grande rapidez.

Em breve, serão fornecidas informações em tempo real, e o cliente poderá saber em quanto tempo o ônibus chegará, se está retido em algum congestionamento etc. Para isso, as empresas de ônibus já trabalham na uniformização dos dados fornecidos pelos seus GPS, que serão oferecidos através do Vá de Ônibus e repassados aos
desenvolvedores parceiros.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Como tirar riscos da tela do celular


Conheça algumas dicas caseiras.

A tela de um celular é uma de suas partes mais sensível e não se pode negar que poucas delas passam ilesas ao bom e velho "risquinho". A melhor medida, claro, é evitá-los com películas, não deixar o celular jogado na bolsa com outros objetos, como moedas e chaves, e nem guardá-lo no bolso. Mas, se os riscos já existem, saiba que nem tudo está perdido. Felizmente, há algumas dicas para diminuí-los.
Os riscos nas telas incomodam muitos donos de celulares

Borracha escolar

Aquelas borrachas que usamos para apagar textos a lápis é outro material que tira riscos do visor do seu celular. Basta esfregar levemente a borracha sobre o risco na tela. Depois, é só limpar a superfície e conferir o resultado. Se ainda restarem alguns arranhões, é só repetir o processo até eles sumirem.

Vaselina

Este é outro material usado no combate contra os riscos nos visores. Aplique uma gota de vaselina em um pedaço de algodão ou cotonete e esfregue por toda a tela por mais ou menos dois minutos e retire o excesso. Os riscos sumirão devido à densidade ótica da vaselina que se iguala a densidade da tela. Outros materiais, como silicone em pasta e óleo de soja (aqueles usados na cozinha), podem substituir a vaselina. Entretanto, eles não possuem a mesma eficácia e oferecem mais ameaça de danos na tela.

Creme dental

Pode parecer estranho e até engraçado, mas o creme dental ajuda a amenizar os riscos das telas. Com um pedaço de algodão ou um cotonete com a pasta dental (não pode ser em gel), você deve esfregar suavemente sobre a tela do seu celular por cerca de cinco minutos até que não reste nenhuma partícula do creme dental. Se restar algum arranhão no visor, tente repetir o processo. Entretanto, não é indicada a utilização deste processo por muitas vezes seguidas, pois pode comprometer a camada de verniz que protege a tela. Pode também comprometer o brilho do visor deixando-o fosco.

Displex

Este é um produto especial para tirar os arranhões das telas. Trata-se de uma pasta polidora que diminuem os riscos. Basta aplicá-la no local riscado, polir com um pedaço de algodão, cotonete ou um pano macio durante três minutos e retirar o excesso. Para alcançar melhores resultados, repita o processo mais uma vez. Importante ressaltar que o produto não deve ser usado constantemente, pois ele pode danificar a tela.

Lixa de água 1600 e pasta de polir

Este é um processo curioso, mas bastante eficaz. Lixe a superfície com uma lixa de água 1600 e limpe toda a tela com uma estopa. Aplique um pouco de pasta de polir branca (encontradas facilmente em casas de tintas) e passe na tela com movimentos retos, nunca circulares. Limpe novamente o display com uma estopa limpa. Se for necessário, repita a operação do polimento com a estopa, sem lixar novamente. O resultado fica muito bom.

Mas, como já diz o ditado, é melhor prevenir do que remediar. Sendo assim, invista em capas e películas protetoras. São baratas e garantem a maior durabilidade do aparelho.

Mega churrasco - aplicativo


Quer fazer um churrasco para os amigos e não sabe quantos quilos de carne deve comprar? Baixe o aplicativo Mega Churrasco no seu Android e a descubra.

Mega Churrasco é um aplicativo para Android criado para que você tenha sempre a mão uma ferramenta eficiente para organização de churrascos, sem errar o volume de bebidas e comidas necessário para realizar uma boa confraternização.
Às compras!

Mesmo havendo uma série de calculadoras de churrasco online, o Mega Churrasco, por ser um aplicativo móvel, cairá bem em momentos nos quais é preciso saber o que e quanto comprar, em idas ao mercado, açougue e demais estabelecimentos.
O programa funciona a partir da inserção de diversos tipos de dados, havendo a possibilidade de fazer alguns ajustes-finos posteriores. Por exemplo, inicia-se indicando o número de homens, mulheres e crianças que irão ao churrasco, qual o perfil deles (se bebem muito, se comem bem etc) e o que é pretendido para a refeição, como vinagrete, queijos, bebidas destiladas e muito mais.
Ao final, o Mega Churrasco lhe dará uma sugestão de pesos e volumes para compra. Caso você ache que seus amigos ou parentes exagerarão nas doses e pratos, basta adicionar esses novos dados no aplicativo, e solicitar o recálculo.

Dividindo gastos
Terminadas as operações com o Mega Churrasco, há a opção de enviar o resultado para demais participantes do evento via e-mail, caso cada um se comprometa a comprar partes dos itens do churrasco. Apesar de haver a opção para salvamento e resgate de cálculos realizados, a mesma ainda não está disponível para uso, devendo ser liberada em breve.

Licença de uso e compatibilidade
Mega Churrasco é compatível com dispositivos Android geridos pela versão 1.6 ou mais recente. Sua licença de uso é gratuita, havendo somente a limitação temporária para utilização da ferramenta de salvamento de dados calculados previamente.

Faça o download de Mega Churrasco e simplifique os preparativos de sua festa.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Consulta Pública sobre alteração da Lei de Arquivos

Consulta Pública sobre alteração da Lei de Arquivos
O Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ) comunica que está aberta para Consulta Pública, em seu site www.conarq.gov.br, proposta de projeto de lei que altera, revoga e acresce novos dispositivos à Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. A referida proposta foi apresentada e debatida nas 71ª e 72ª Reuniões Plenárias que ocorreram nos dias 13 e 14 de agosto de 2013.

Considerando a relevância da matéria em torno das questões inerentes à responsabilidade funcional e social do Poder Público perante à gestão, preservação e acesso aos documentos e informações públicas, o CONARQ disponibiliza o documento-base do projeto de lei que altera, revoga e acresce dispositivos da Lei nº 8.159, de 1991, tendo por objetivo receber sugestões para aprimorar a mencionada proposta de projeto de lei, promovendo um debate democrático e permitindo os variados segmentos arquivísticos e a sociedade participem diretamente da formulação e do aperfeiçoamento das políticas públicas arquivísticas e informacionais de nosso país.

As sugestões poderão ser encaminhadas a Coordenação de Apoio ao CONARQ, do dia 16 de setembro a 15 de outubro 15 de novembro de 2013 das seguintes formas, via e-mail: consultalei8159@arquivonacional.gov.br ou via correio para o endereço: Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ – Praça da República, nº 173, Bloco F, 3º andar, Centro, CEP: 20211-350 – Rio de Janeiro- RJ, com a indicação do assunto “Sugestões ao projeto de lei que altera dispositivos da Lei de Arquivos e dá outras providências”.

A equipe de Coordenação do CONARQ se coloca a inteira disposição para o esclarecimento de dúvidas, nos seguintes telefones: (21) 2179-1271, 2179-1293, 7616-9417 e no e-mail conarq@arquivonacional.gov.br

Lei de Arquivo - Evento

Evento na UFF sobre a revisão da Lei de Arquivos

O Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense (GCI/UFF) convida para o evento Trocando experiências: Projeto de Lei de Arquivos.

Data: 10 de outubro de 2013
Horário: 18h às 20h30
Local: Sala Interartes, IACS, Rua Prof. Lara Vilela, 126, São Domingos, Niterói-RJ

Convidados:
Alfredo Tiomno Tolmasquim (CONARQ);
Lúcia Maria Velloso de Oliveira (AAB);
Wagner Ramos Ridolphi (AAERJ);
Margareth da Silva (UFF/GCI);
Vítor Fonseca (UFF/GCI).

Entrada franca, sem necessidade de inscrições






O arquivista na era da Tecnologia

Quem falou que o arquivista vive apenas "guardando" papel? Esse profissional procurou se atualizar e acompanhar a tecnologia para aprimoar as suas atividades. Afinal quem disse que só existe documento papel? Existem também documento digital. E alguns hoje em dia, já servem como comprovação legal.

Vejam a reportagem abaixo postada por Janine Souza em 13 de maio de 2012 - Matéria Especial, no blog do Conselho Regional de Biblioteconomia do Rio Grande do Sul.

Arquivistas aderem às novas tecnologias e renovam a profissão

Foi-se o tempo em que o arquivista era aquele profissional mergulhado em documentos empoeirados. Quem acha que essa profissão está em vias de desaparecer por conta da era digital, engana-se. A mesma passou por reformulações, com o advento das novas tecnologias. Ainda, gera boas oportunidades de emprego, principalmente em concursos públicos, que chegam a pagar mais de R$ 6 mil para ambos os cargos. Já na iniciativa privada, o salário médio fica aquém desse patamar, na faixa dos R$ 1,6 mil.

A arquivista e bibliotecária Isabela Siebra Alencar observa que as vagas para esses ramos estão concentradas em empresas de grande porte, como as universidades. “A diferença do serviço público para a iniciativa privada é que o primeiro já sabe do valor desses profissionais, já a segunda desperta aos poucos para a sua necessidade”, diz ela, que é assessora do Sindicato dos Bibliotecários do Rio de Janeiro.

Enquanto isso não acontece, as poucas empresas do ramo faturam alto. De acordo com a Associação Brasileira de Gestão de Documentos, em 2011, 70 organizações dedicadas a guardar documentos de outras companhias dividiram um faturamento de R$ 1,2 bilhão no país, 20% mais que em 2010. O grupo mantém 40 milhões de caixas de papelão de padrão arquivo lotadas de informações de diversos setores, como financeiro, hospitalar e jurídico.


A coordenadora do curso de Arquivologia da Ufrgs, Maria do Rocio Teixeira, diz que os cursos de Biblioteconomia e de Arquivologia estão vivendo um momento de redescoberta. “São profissões que gerenciam documentos e muitos municípios estão precisando deles, principalmente no interior do país”, revela a professora. No RS, além da Ufrgs, essas graduações são oferecidas na Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e na UFSM (nesse caso, só tem Arquivologia).

A procura pelos cursos é baixa. No vestibular da Ufrgs de 2012, foram 3,57 candidatos por vaga na Arquivologia. Já na Biblioteconomia, foi menor ainda: 2,44 candidatos/vaga. No geral, os estudantes são recrutados quando ainda estão no meio do curso para estágio e, na maioria dos casos, efetivados ao término do contrato.

“Existe a procura por estagiários, mas não conseguimos dar conta de preencher as vagas. As instituições demandam pelos arquivistas e também aumentaram as suas remunerações, até para os estágios. Para o bacharel recém-formado, da mesma forma, temos cada vez mais oportunidades”, completa o coordenador do curso de Arquivologia da UFSM, Daniel Flores.

A rotina não é a mesma. E a cada dia surge uma novidade. Pelo menos é o que garante a arquivista Flávia Conrado, de 29 anos. Natural de Cruz Alta, Flávia se formou na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), passou em concurso público e hoje trabalha na Ufrgs, onde é diretora da Divisão de Documentação da instituição. “Sempre gostei de organização. Queria fazer Biblioteconomia, mas a UFSM não tinha o curso. Fui para a Arquivologia e me apaixonei pela profissão. Quem imagina que seja estática, sem alternativas e enfadonha, se engana. Aqui, um dia não é igual ao outro. Sempre surgem novidades e coisas interessantes”, garante ela.

A arquivista conta que a maior parte da documentação é guardada em ambiente higienizado. Mas que as pilhas de papel e a poeira ainda fazem parte do cotidiano. “Quando isso acontece, usamos jaleco, máscara e luvas, os equipamentos de proteção individual”, esclarece Flávia.

Na Ufrgs, os documentos vão para o Arquivo Geral. E as pesquisas a essas informações são sempre reveladoras. “Apesar de administrativa, nossa documentação tem o aspecto cultural do patrimônio, pois guarda a vida escolar de grandes nomes do RS, como ex-alunos do quilate de Leonel Brizola, Paixão Côrtes, Mário Totta, Frederico Westphalen, entre outros”, relata Flávia.